Sintomas de saudade. É meus olhos são de saudade. Uma saudade estranha que não preciso dar nomes nem personificar para explicar. Olhos escurecidos, sutilmente marejados e cheios de olheiras. Aperto no coração. Uma tristeza interna gerada pela lembrança de um passado recente. Saudade simples de sentir! Uma saudade de ser eu. Uma saudade de não sentir saudade.
Ah, novamente esse apego que atrapalha, prende e inquieta. Um apego em relação aos sorrisos dispostos e tranquilos, aos momentos bons compartilhados e a sentir-se bem ao lado do outro. Apego aos momentos alegres de trocas e carinhos, a certas pessoas que se tornam especiais naquele instante vivido. Apego ao meu sorriso expontâneo. Uma dor no peito por perceber que nem sempre posso viver com essa sensação de felicidade. Uma dor por me permitir sentir dor.
Ah, novamente esse apego que atrapalha, prende e inquieta. Um apego em relação aos sorrisos dispostos e tranquilos, aos momentos bons compartilhados e a sentir-se bem ao lado do outro. Apego aos momentos alegres de trocas e carinhos, a certas pessoas que se tornam especiais naquele instante vivido. Apego ao meu sorriso expontâneo. Uma dor no peito por perceber que nem sempre posso viver com essa sensação de felicidade. Uma dor por me permitir sentir dor.
Na certeza de que tudo passa e o universo trabalha em ciclos. A saudade há de passar. A dor também há de passar. Meu sorriso há de voltar. Mas o que fazer com esse apego? O apego a saudade que sempre me prende a algo que não existe mais.
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