domingo, 15 de abril de 2012

Quando ficar só me faz muito bem...

Sempre gostei dos momentos de aparente solidão, de ficar comigo mesma, de me curtir, mas esse final de semana me percebi em recesso de pessoas e procurando a introspecção com mais empolgação. Não querer mesmo ter contato com ninguém! Apenas alguns momentos virtuais de integração. Respostas me vieram, desapegos e sacos de lixo, numa breve arrumação do meu quarto, foram embora de mim como uma ato simbólico. Além de um bom filme sobre a leveza de ser... Reflexos de uma semana santa equilibrada, que me desequilibrou um pouco, trazendo várias respostas às minhas indagações e curas às somatizações. Alguns percalços regados à alopatia, junto ao autoconhecimento corporal. Equilíbrio, essa é a intenção, para cada vez mais distribuir esse sentimento de alegria, compreensão, carinho, cooperação e AMOR! Por que "Eu não queria, eu não quero, dar trevas, dor, medo, solidão - eu quero dar e ser luz, calor, amparo...", né, amigo Caio Fernando Abreu?! 

Um comentário:

  1. Oi Debytm!
    Há momentos que o melhor remédio é o recolhimento, a introspecção e ainda uma limpeza (tanto interior quanto exterior).

    As vezes eu faço uma daquelas faxinas em casa e conforme vou jogando os sacos de lixo fora, ou doando o que não preciso mais, parece que vou tirando pesos e obstáculos do meu caminho. É uma metáfora de jogar fora o que não serve mais para deixar espaço para o novo entrar!

    Beijos e tudo de bom.

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