terça-feira, 4 de outubro de 2011

Em busca da plenitude...

Não se perde as coisas, nem as pessoas
Nada é na verdade de ninguém
Apenas são como são na individualidade 
Existem por si num contexto maior
Construímos sentimentos e afetos 
Que nos agregam uma certa felicidade
Unidos pelo apego de se sentir bem
Numa ilusão do externo como sendo o interior
Valores alheios a realidade existente
Uma busca pelo caminho inverso
Que leva a inúmeras frustrações e tristezas
Uma dor sempre vem junto da aprendizagem
Que nos desloca para dentro de si
Com a percepção da universalidade 
A reflexão de que tudo apenas colabora
Para transcender e sentir a plenitude

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