Ano 1999 – EUA
Drama - 97 min
Direção: Sofia Coppola
Elenco: James Woods, Kathleen Turner, Kirsten Dunst, Josh Hartnett, Michael Paré, Scott Glenn, Danny DeVito, A.J. Cook, Hanna R. Hall, Leslie Hayman, Chelse Swain, Anthony DeSimone.
"É o primeiro filme dirigido por Sofia Coppola, filha do cineasta Francis Ford Coppola, o filme, lançado em 1999, é baseado na obra homônima de Jeffrey Eugenides." [fonte: wikipédia]
Ambientado na década de 70 mostra uma família conservadora, com uma educação rígida e,aparentemente, feliz, os Lisbon. São cinco irmãs muito bonitas que chamam atenção e são admiradas pelos meninos do bairro onde moram. Mas tudo começa a desabar quando a filha mais nova, Cecília, tenta suicídio.
O filme é muito forte ao se falar do suicídio como uma forma de libertação da situação que as meninas são forçadas a viver, das dúvidas que uma adolescente tem. A frase que me chama muito a atenção e ocorre no início, é quando Cecília é indagada pelo médico sobre o porque da tentativa de suicídio e ela responde: "O senhor, obviamente, nunca foi uma garota de 13 anos". Acredito que tudo pode ser destrinchado a partir daí... A tentativa meio que forçada de inserir as meninas na sociedade através de uma festa com garotos da sua idade, mas logo depois da consolidação do suicídio de Cecília a repressão vem com mais força, a tal ponto de que, em determinado momento, as meninas são retiradas totalmente do convívio social e da escola onde estudam.
A fotografia, o jogo de câmeras e a trilha sonora são belíssimas, com uma atuação muito boa do elenco que conta com muitas pessoas já consagradas no cinema. Palmas especiais para Kirsten Dunst (Mary Jane de Homem Aranha), que interpreta a filha Lux.
A fotografia, o jogo de câmeras e a trilha sonora são belíssimas, com uma atuação muito boa do elenco que conta com muitas pessoas já consagradas no cinema. Palmas especiais para Kirsten Dunst (Mary Jane de Homem Aranha), que interpreta a filha Lux.
Um enredo denso que ainda está me fazendo refletir sobre o filme e também sobre o universo feminino que é retratado. Mas me leva a ter a certeza que uma educação na qual a repressão, a proibição sem justificativa e o medo são colocados como parâmetros de convivência familiar afetam profundamente as pessoas envolvidas. Nada melhor do que uma boa conversa, o diálogo e a liberdade para se fazer as escolhas.
Com classe, eu indico!

humm parece interessante neam?!
ResponderExcluirbjs
Adorei a dica vou ver!!!!!
ResponderExcluirBeijo e bom final de semana!!!
Helena