domingo, 21 de junho de 2009

Che - El Argentino


Ano 2008 - França/Espanha/EUA
Biografia/Drama - 126 min.
Direção: Steven Soderbergh
Elenco: Benicio Del Toro, Benjamin Bratt, Franka Potente, Lou Diamond Phillips, Kahlil Mendez, Julia Ormond, Edgar Ramirez, Catalina Sandino Moreno, Demián Bichir, Rodrigo Santoro, Douglas J. Aguirre, Rob Alicea, Marisé Alvarez, Enrique Arce, Ed Avila.

Baseado no diário de Ernesto Guevara, o filme começa em 1955 no México, quando o jovem médico argentino Che é apresentado por Raul Castro ao seu irmão Fildel Castro e juntos decidem tomar o poder de Cuba que estava ocupado pelo golpe militar liderado por Fulgêncio Batista. Assim, liderados por Fidel Castro alguns exilados e revolucionários se juntam e vão à Cuba rumo a Sierra Maestra com a finalidade de retomá-la, contando com a ajuda de camponeses e outros socialistas revoltados com o regime militar. Ainda, simultâneamente às imagens da Revolução, em preto e branco mostra outra fase da vida de Che, onde o mesmo é entrevistado por uma jornalista americana e também aparece sua chegada aos EUA, no qual fala para a ONU, onde muitos o consideram assassino e têm medo que a revolução se propague por toda a América, enquanto outros o respeitam pela sua força.

Descobri lendo alguns textos que esse filme é apenas a primeira parte da história colocada no cinema pelo diretor Steven Soderbergh em que mostra a Revolução Cubana e os discursos de Che em Nova Iorque, enquanto a segunda parte vai tratar das guerrilhas e do seu maior objetivo que é a Grande Revolução Latino-americana até a sua morte em 1967.

Sabe o que mais gostei do filme? Refleti por demais, pois quando se acredita em algo e se faz com amor, a luta por esta causa é diferente, existe um objetivo e ideal e isso Che tinha de sobra. Mas senti que preciso voltar a ler História, muita coisa eu "perdi no ar" porque não lembrava mais, até a diferença entre o pensamento de Marx e Stalin quanto ao socialismo. =S


Aaaaaa
... E não poderia deixar de comentar a atuação desses dois aí de cima. Rodrigo Santoro até que aparece em muitas cenas do filme, mas tive que pesquisar para saber quem ele fazia e me deparei com um papel bem importante, Raul Castro [Atual presidente de Cuba!] o irmão de Fidel. Sempre lindoooo e bom ator! Já Benício Del Toro era o próprio Che, babei com sua atuação e como sempre arrasa, e ainda é um charme só! [Coisa lindaaa de farda!]

A única coisa que fiquei indignada foi com o fato do filme passar apenas uma semana aqui no Cinema mais perto de minha casa [Tacaruna], e com sessões na sexta e sábado bem tarde... O que tá acontecendo com os cinemas de Recife? Um filme desse nível ser colocado desta forma. É, tudo culpa do capitalismo! =P

Com classe, eu indico!

2 comentários:

  1. É querida, esse tipo de filme infelizmente deve gerar pouco lucro! Então passam só pra serem politicamente corretos e em seguida colocam um besteirol americano no lugar.. aí sim a bilheteria quebra a "banca"...

    Beijos e adorei o post.

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  2. Esse eu quero ver!!! Faz tempo que tô com vontade.

    E qto aos "adevogados" tá longe deles serem ricos amiga, só quem fica rico é quem faz concurso e vira juiz ou desembargador, kkkkkkkkkkkkkkkkkk


    bjusssssssssssssss

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