
Ano 1973 - Brasil
Drama - 107 min
Direção: Arnaldo Jabor
Elenco: Paulo Porto, Darlene Glória, Hugo Carvana, Henriqueta Brieba, Sérgio Mambert, entre outros.
O filme é baseado na peça de teatro homônima de Nelson Rodrigues. A história se passa numa família de classe média no qual o personagem principal, Herculano, está sofrendo pela morte de sua mulher e o irmão que vive às suas custas, aproveita-se do momento para colocar a foto de uma prostituta e cantora da noite ao lado da cama de seu irmão deprimido. A partir daí começa trama, pois Herculano, vai atrás de Geni e numa noite de "amor" se apaixonam. O romance tem alguns impedimentos, posto que Herculano prometeu ao seu filho que não se envolveria com mais nenhuma mulher depois da morte de sua esposa.
Trata-se de uma crítica à sociedade, mostrando a hipocrisia da classe média, que cultua uma moral ilibada, valores conservadores e tradicionais mas na realidade vivenciam perversões e degradações de um "submundo". Mostra a controvérsia, no qual Herculano não aceita a prostituição, mas se casa e vive um romance com uma "mulher da vida".
O que achei interessante do filme é a direção de Arnaldo Jabor, pois não sabia que o mesmo trabalhava nessa área de cinema. Além da fotografia e do jogo de espelhos feito pela filmagem que me lembrou muito os filmes de Bertolucci [Eu amooo!!!] A música??? Fiquei babando pela trilha sonora com Astor Piazzolla, na hora que escutei eu reconheci e confirmei ao procurar no "tio" google... =D E o desdobramento dos personagens durante o filme é muito instigante, apesar de uma atuação que deixa a desejar...
Não vi muitas cenas de nudez no filme e nem aparece cenas de sexo, mas como curiosidade este filme foi censurado na época, por se tratar de um filme imoral, [uma realidade nua e crua] tiveram alguns cortes para poder passar em nossos cinemas [será que estava cortado o que passou na tv?], pois havia ganhado prêmios no exterior, como o Urso de Prata e o Kikito.
Com classe, eu indico!
Drama - 107 min
Direção: Arnaldo Jabor
Elenco: Paulo Porto, Darlene Glória, Hugo Carvana, Henriqueta Brieba, Sérgio Mambert, entre outros.
O filme é baseado na peça de teatro homônima de Nelson Rodrigues. A história se passa numa família de classe média no qual o personagem principal, Herculano, está sofrendo pela morte de sua mulher e o irmão que vive às suas custas, aproveita-se do momento para colocar a foto de uma prostituta e cantora da noite ao lado da cama de seu irmão deprimido. A partir daí começa trama, pois Herculano, vai atrás de Geni e numa noite de "amor" se apaixonam. O romance tem alguns impedimentos, posto que Herculano prometeu ao seu filho que não se envolveria com mais nenhuma mulher depois da morte de sua esposa.
Trata-se de uma crítica à sociedade, mostrando a hipocrisia da classe média, que cultua uma moral ilibada, valores conservadores e tradicionais mas na realidade vivenciam perversões e degradações de um "submundo". Mostra a controvérsia, no qual Herculano não aceita a prostituição, mas se casa e vive um romance com uma "mulher da vida".
O que achei interessante do filme é a direção de Arnaldo Jabor, pois não sabia que o mesmo trabalhava nessa área de cinema. Além da fotografia e do jogo de espelhos feito pela filmagem que me lembrou muito os filmes de Bertolucci [Eu amooo!!!] A música??? Fiquei babando pela trilha sonora com Astor Piazzolla, na hora que escutei eu reconheci e confirmei ao procurar no "tio" google... =D E o desdobramento dos personagens durante o filme é muito instigante, apesar de uma atuação que deixa a desejar...
Não vi muitas cenas de nudez no filme e nem aparece cenas de sexo, mas como curiosidade este filme foi censurado na época, por se tratar de um filme imoral, [uma realidade nua e crua] tiveram alguns cortes para poder passar em nossos cinemas [será que estava cortado o que passou na tv?], pois havia ganhado prêmios no exterior, como o Urso de Prata e o Kikito.
Com classe, eu indico!
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