quarta-feira, 27 de março de 2013

4 anos com ESSA MENINA TEM CLASSE!!!

Eitaaa, o aniversário do meu blog foi ontem... Na verdade quase agora... Dia 26 de Março. Olha, meu blog é do signo de Áries. Hahahaha... Depois vou procurar ver o simbólico disso... Mas vamos lá ao que interessa. Criei esse espaço com tantas intenções e hoje estou aqui tão diferente de tudo, mas a mesma Déborah de sempre. Coloco um pouco de mim, do que eu penso, gosto e cada vez mais consigo expressar em palavras meus sentimentos. É, estou aprendendo a sentir com outros sentidos. Gratidão por me permitir!

Em comemoração e com muita classe vou colocar de presente a música que inspirou o título do blog. Eis que apresento minha inspiração: Lula Queiroga com 'Mistério do Fundo do Olho', cantor e compositor pernambucano que eu amo tanto! 


Com classe, eu indico sempre ler o meu blog!!! =)

sexta-feira, 22 de março de 2013

Um olhar

Um olhar firme e curioso para um olhar tímido
Um olhar direto para um olhar encoberto pelas mãos
Um olhar penetrante para um olhar desconcertado
Um olhar de descoberta para um olhar de mistério

Um olhar, dois olhares...
Olhos que se cruzam  e se encontram num só olhar

Olhar cúmplice das conversas e dos suaves toques
Fixos por um breve momento nos recuos repentinos
Na simplicidade de um olhar se despir de si próprio
Ao perceber que um olhar diz tudo em sua essência
E fala mais que meras palavras ditas por conveniência

segunda-feira, 18 de março de 2013

Os ciclos da vida

E a vida é uma caixinha de surpresas... Cíclica e surpreendente. Realmente tudo passa tão rápido que fica complicado, em muitos momentos, absorver os aprendizados. Num instante você pode sorrir e em outro chorar. A vida muda repentinamente e só nos força a crescer. Tantas pessoas, tantas situações, tantos objetos que se vão e algumas vezes voltam de uma outra forma. Sentimentos mudam e se transformam. O que é importante hoje, amanhã pode ser esquecido como uma brisa que passou. Mudam as estações, as luas e os anos passam lentamente ou rápido demais, mas sempre a mudança em questão. A gente cresce, envelhece, às vezes amadurece e depois finaliza fechando mais um ciclo com mais uma morte. Uma morte da matéria e do corpo. Posto que morremos e nascemos todos os momentos e segundos nos ciclos diários. Nas idas e vindas do dia e da noite e a cada nascer do sol. Nos encontros e reencontros. Nas conversas, nos livros e nos filmes sempre há um final para cada história. E a cada fim surge um novo começo. Através das continuações e da propagação ou reverberação do que se leu, contou, sentiu e viveu. Sentimento de impotência sobre as leis do Universo, mas ao mesmo tempo de integração. Não se pode mudar o que passou, mas podemos mudar o agora. Alterar a percepção e o sentimento sobre o presente. Aceitar o hoje como presente e entregar ao tempo. Porque o mundo dá voltas... E no final sempre se morre para nascer na certeza da efemeridade dos ciclos da vida. 

quinta-feira, 14 de março de 2013

Dias de silêncio...

Nesses dias de silêncio meu coração está confortado. Sinto-me feliz, leve e tranquila. Tantas compreensões  e cumplicidades. Dias que tive vontade de escrever, mas não saiu nada, só pensamentos e textos feitos na mente com tanta precisão que as palavras ou frases não poderiam expressar. Sentimentos ao invés de racionalismos definidos. 

Nesses dias de silêncio eu consegui respostas abstratas e fiz escolhas concretas. Clareza das situações e das atitudes. Acontecimentos de saudade e de perdão interior. Reafirmo minhas escolhas pessoais e meu propósito: eu só quero junto de mim o que me faz bem! Divergências poderão existir, mas vou seguir com força nesse aprendizado diário.

Nesses dias de silêncio vivenciei o amor através da medicina da floresta e suas plantas de poder e percebi como sou parte integrante desse todo. Aprendi a valorizar cada vez mais meu silêncio e minha verdade respeitando a verdade do outro. Abracei meu eu e me confortei com carinho através dos cantos e das danças.

Nesses dias de silêncio eu rompo meu silêncio e expando através destas simples palavras meu sentimento de amor e felicidade. Paz, harmonia e realizações!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Oh! Lua

Uma homenagem a plenitude da lua no dia de hoje. Ney Matogrosso arrasando nesse hino lindo. Viva a lua cheia por todo seu esplendor e por toda sua beleza!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Meu sentimento...

Sentir-me diferente do que sempre fui com uma compreensão expansiva do todo. Entender coisas antes incompreensíveis. Ler um texto ou conversar sobre um assunto do cotidiano e ter várias respostas para questões profundas e importantes. Tudo que você coloca no mundo, volta para você na mesma proporção. Lei é lei. Enxergar além do que os olhos podem ver e perceber como as coisas podem ser tão simples na complexidade que é a vida e o próprio universo. 

Meu sentimento é de felicidade mesmo com tantos percalços dessa vida material arraigada a um sistema econômico de uma sociedade com resquícios fortes do patriarcado e da dominação dos mais fracos. Busco a beleza e a leveza de viver tranquila e me esforço para expandir esse meu interior para toda a humanidade. Acredito na mudança de padrões e começo modificando os meus.

Aprendi que devo mudar minha maneira de pensar e agir na entrega de ser uma pessoa melhor do que eu sou. Aprendi que meus defeitos fazem parte de mim e não tenho que odiá-los, porém acolhê-los e trabalhar para iluminar minhas sombras. Não é fácil me desapegar de tantos costumes, da educação recebida e do que a sociedade impõe como caminho para ser uma pessoa feliz. É um processo de desconstrução de valores nada fácil, que exige empenho diário.

No caminho do encontro cada coisa, situação ou sentimento que abandono sem olhar para trás é uma vitória por compreender que sou maior do que as situações externas. É preciso seguir em frente e levar dentro de mim que cada experiência boa ou ruim é um aprendizado. O meu sentimento é de gratidão: o maior aprendizado desses últimos meses. 

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Sombras coletivas

A pequenez da alma humana
O egoísmo concreto
O individualismo ilusório
O orgulho mascarado
Detalhes repugnantes do ser
Que me colocam frente a frente
Com as sombras coletivas
E me afastam de certas pessoas
Cada vez mais percebo a mim mesma
A minha força de mudar e crescer
De quebrar padrões estabelecidos
Transmutar sentimentos adormecidos
Quero ser una e não metade
Não me interessa dividir o nada
Minha meta é compartilhar o todo
Nas verdades relativas e significativas
Caminhar na unidade e apenas ser eu