quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Nós

Inspirar o cheiro da suavidade
Toque sutil, mãos entrelaçadas
Uma troca constante de carinho
Conversas sem hora para acabar
Cumplicidade e afinidade
Sussurros ao pé do ouvido
Olhos fitando os olhos
Lábios unidos, línguas intranquilas
Beijos de uma doçura agradável
Abraços apertados, suor
Respiração ofegante que contagia
Pensamentos inquietos
Incertezas estabelecidas por convicção
Mais beijos, cheiros e abraços
Uma vontade louca de gritar
Colocar pra fora essa angústia
Respirar profundamente
E, simplesmente, dizer: eu te amo!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Conversar...

Ao se relacionar com alguém existe uma troca de interesses, uma cumplicidade entre as pessoas envolvidas. Compartilhar essa é a palavra, tanto as coisas boas que se passam na vida como também as adversidades que são inerentes ao ser humano. Não existe nada melhor que uma boa conversa para desopilar.

É tão bom telefonar ou receber uma ligação para contar uma novidade, trocar figurinhas e dizer como tem passado ou simplemente comentar como anda a vida... Eu adoro ligações inesperadas de pessoas queridas, algumas sempre presentes, outras nem tanto e até aquelas que vivem distante, em outro estado ou país. Pelo menos tento manter contato e saber um pouco dos meus amigos e amigas, nem que seja um oi pelo msn ou rede social, né?

Melhor ainda quando existe a possibilidade de se encontrar e dar um abraço bem apertado e deixar a conversa fluir sem ter hora para acabar... É, adoro ouvir opniões e sobre as experiências do outro e, claro, quem me conhece, sabe que adoro falar sobre as minhas também. Acredito que se aprende muito quando se fala da gente e quando ouve o outro, porque desta forma há reflexão das situações e uma análise pessoal de tudo.

Sempre estou à disposição para uma boa conversa, e adoro dar conselhos. Pense numa virginiana que fica analisando tudo, além dos meus próprios problemas, também os d@s amig@s até encontrar uma solução. Minha cabeça não pára enquanto uma pessoa querida esteja mal ou passando por um problema. É, essa minha empatia nem sempre me faz bem, mas tenho tentado controlar.

Mas quando o outro só procura para dividir as frustrações e angústias e esquece de dividir também as alegrias há algo de errado na relação. Claro que existem fases difíceis na vida, algumas que demoram um certo tempo para acabar, mas fazer do outro um depósito de melancolia não está certo. Ninguém gosta de só ouvir desabafos ruins de alguém, porque acaba transformando a relação numa muleta. Nenhuma adversidade é tamanha que não se possa ao menos sorrir um pouco.

Sorria, chore, grite, troque confidências, discuta relação, fale de coisas sérias e besteiras.  Nunca deixe de dividir e compartilhar suas alegrias e frustrações e converse muito!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O Mágico


Ano 2010 – França/Inglaterra
Animação - 90 min
Direção: Sylvain Chomet
Jacques Tati (roteiro original)

A história de um mágico falido, num momento em que pessoas não se interessam mais por suas apresentações e as atrações interessantes são shows de rock e outras novidades mais populares. Então o senhor começa a se apresentar em locais mais decadentes onde possa fazer algum sentido suas mágicas. Sai da França, vai para Escócia e num vilarejo distante conhece uma jovem moça que trabalha como empregada no local onde está hospedado e trabalhando. A jovem se encanta com as mágicas e o acompanha quando ele vai embora. Na "cidade grande" ela se fascina com o novo mundo e com a possibilidade de uma nova vida, assim o mágico acaba tendo que sustentar a ambos e faz de tudo para agradá-la.

Uma animação à moda antiga, com desenhos feito à mão e um enredo melancólico. Uma trilha sonora linda feita pelo próprio diretor, o mesmo de “As Bicicletas de Belleville”, revivendo um cinema mudo, no qual não é necessário diálogo para expressar cada sensação que se passa no filme. Simples, triste e belo! (É, saí do cinema bem tristinha e reflexiva.)

Deve entrar em cartaz no cinema da Fundaj na próxima semana, pois assisti na pré-estréia semana passada. Descobri que está concorrendo ao oscar de melhor animação, na lista tem apenas três filmes e os outros dois são em 3D. Vamos ver se a magia e a sutileza deste filme conseguem envolver a Academia, né?!

Com classe, eu indico!

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Quando...

Quando o sentir ultrapassa a razão
E emoções transbordam o ser
Por motivos sem conexão
Que sintetizam um bem querer

Quando existe o anseio de amar
De se tornar presente na ausência
Com tamanha admiração a estimar
A verdadeira descoberta da essência

Quando o toque transcende a alma
Um involuntário desejo de ficar junto
Dois corpos unidos sem a devida calma
O momento se cala e não há mais assunto

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Para que serve o amor?

Adoro esse vídeo e hoje revi pelo facebook de uma querida amiga! Como achei ele com legenda, resolvi compartilhar por aqui. E a música é na voz de minha diva Edith Piaf. AMO!



Mas, porque amar é tão complicado, hein?!

Com classe, eu indico!

sábado, 29 de janeiro de 2011

Eu quero sempre mais!

Acho que tem bem uma semana ou mais que estou com essa música na minha cabeça... Meu momento! É lindaaa!!!


Com classe, eu indico!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Parar e mudar!

Gostaria de saber a hora de parar e começar algo novo? Por que é tão complicado sair de algo que não está lhe fazendo bem? De certas rotinas que não ajudam no crescimento pessoal? Parece que ficamos acomodadas com que aparentemente está bom, isso pode ser chamado de medo da mudança. Mas o que fazer para ousar e seguir novos caminhos? É, gostaria muito de saber respostas para essas indagações...

A princípio tenho tentando sair de certas rotinas, como começar a caminhar e a correr todos os dias, tentar acordar mais cedo mesmo que não tenha obrigações para fazer... Começando a fazer um cronograma de estudos, exercícios e trabalho. Tentando colocar horário para tudo! (minha maior dificuldade) Acho que já é um bom começo, né?! Abandonar o comodismo e querer mudar já é um grande passo para começar tal mudança!

Mas quando envolve afeto a dificuldade é bem maior. Porque o coraçãozinho parece que é burro, mesmo quando a cabeça diz uma coisa, acaba fazendo outra e entrando em situações que de preferência deveriam ser evitadas. As frustrações passadas, o que foi aprendido parece que não ajudam em muita coisa! Tudo é uma novidade e tudo parece desabar quando se quer resolver... E quando se deve parar? Quando colocar numa balança mental e analisar o quanto tem feito bem ou mal e o peso for maior para o lado ruim, o da fragilidade, o da angústia...

É, penso que isso tudo poderia ser mais fácil, mas para mudar é preciso determinação e força de vontade! Estou lutando internamente por essa nova fase que está por vir! =)