sábado, 30 de maio de 2009

Mulher "Prafrentex"

Um dia numa conversa por msn, um amigo soltou a seguinte pergunta: - Você se considera uma mulher prafrentex? Mas mudou de assunto logo em seguida e não deu margem a minha resposta que seria um tanto filosófica. =D Desta maneira, resolvi expor agora o que acredito sobre o assunto.

Assim, o que vem a ser prafrentex? É uma gíria bem antiga, vintage e nada de prafrentex [Hahahahaha...], pois existe mais ou menos desde da década de 60, para denominar as pessoas à frente do seu tempo, com idéias modernas e avançadas. Então, a primeira coisa que vem a cabeça em relação a nós mulheres quando se trata de modernas são aquelas que "dão", transam, ou qualquer outra denominação, sem nenhum problema ou qualquer tabu em relação ao sexo, mas vamos além disso...

Ser uma mulher prafrentex significa ser bem resolvida consigo mesma em vários setores da sua vida, como o familiar, o profissional e claro o sexual também, né?! Uma mulher independente que busca crescer interiormente e profissionalmente, através do auto-conhecimento. Uma mulher que procura um homem para amar e compartilhar os bons momentos e não depender de um bom casamento ou de um marido para ser alguém. Uma mulher que sabe ser filha e depois aprende a ser mãe. Uma mulher que sabe amar e não tem medo de esconder seus sentimentos e de se envolver, mesmo que quebre a cara depois... Uma mulher que cuida de si mesma, se mima, pensa na sua saúde, na alimentação, pratica esportes e se importa com a aparência, é vaidosa! [porque sempre afirmo que mulher tem que ser feminina, sem exageros] Uma mulher que não tem receios em sentir prazer e se entrega ao sexo sem preconceitos, quando tem vontade, assim como Ivan Lins canta: ♪ "Vitoriosa por não ter vergonha de aprender como se goza." ♪

Aaaaaa... Eu sou asssim, ou pelo menos tento ser... E você se considera uma mulher prafrentex???

quarta-feira, 27 de maio de 2009

KFZ - 1348


Ano 2008 - Brasil
Documentário - 81 min
Diretor: Gabriel Mascaro e Marcelo Predroso
Produção: João Vieira Júnior
[www.recprodutores.com.br]

"Em 1965, um fusca é vendido a um jovem engenheiro civil de São Paulo. Quarenta anos se passam e o carro vai parar num ferro-velho do Recife, com a placa KFZ-1348. Nessa trajetória de quatro décadas, o carro passou pelas mãos de outros sete proprietários. De um empresário paulista a uma cabeleireira do interior de Pernambuco. Para cada um deles, o fusca teve seu valor, sua importância, em diferentes momentos da história do Brasil. O documentário KFZ-1348 parte em busca dessas histórias, tendo o carro como fio condutor e a vida de seus proprietários como janela privilegiada para observação da sociedade brasileira."

Esse filme já participou de várias mostras de Cinema aqui em Recife, como também do Brasil e em outros países da América Latina, no corrente ano foi campeão do calunga de melhor longa-metragem na mostra Pernambuco do Cine-PE. [pena que não tenha visto no Festival, porque os filmes que vi foram muito fracos.]

Trata-se de um documentário que narra através de um fusca parte da história recente do Brasil, colocando as diferenças da sociedade brasileira e do status social de quem foi proprietário do carro. Interessante quando mostra que os primeiros donos atualmente estão bem sucedidos e os mais remotos em situação desprivilegiada.

O depoimento de cada um dos 8 donos transparece nas telas de forma envolvente, cada testemunho e história contada. A fotografia com a união de cenas novas, cenas antigas e fotografia é muito bonita, principalmente quando mostra Pernambuco. [Aparece a vista daqui de casa, que é linda! Depois posto foto!] Assim, eu adorei o filme!!! Gosto quando consigo sair do cinema me emocionando com fatos simples, mas que me causam reflexão! Das pessoas, quais mais gostei? A cabeleireira e o dono da oficina falaram com tanta naturalidade e sapiência que me tocaram.


Aqui em Recife está passando no Cinema da Fundação e depois segue no circuito comercial no eixo Rio-São Paulo.

Com classe, eu indico!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Vintage x Retrô


Quando comecei a ouvir falar sobre esses termos de moda eu tinha dúvida sobre como utilizar cada um, já tinha lido a respeito e estava devendo um post sobre a diferença dos dois. Então, para quem também tem dúvidas, aí vão algumas considerações do que entendi após ler alguns textinhos.

Vintage, segundo o dicionário, é uma palavra inglesa, sua origem e significado vem de "vint" relativo à safra de uvas e "age" de idade, é uma designação dada em relação aos fatores de produção de vinhos e a colheita das uvas. Vem sendo utilizado na moda e na decoração para demonstrar peças usadas que marcaram época através dos anos. No caso, aquela bolsa carteira estilosa do baú da vovó, ou aquele cinto de couro, que depois de "futucar" o armario de nossa mãe, achamos e usamos, ou ainda, roupas encontradas em brechós. É um clássico e original!

Já o termo Retrô vem do latim "retro", significa para trás, sendo utilizado para tendências atuais que se inspiraram em modas passadas, como dos anos 20, 50, 70, 80. Trata-se de um novo conceito de moda, no qual a mesma é baseada em qualquer período, inclusive podendo ser inspirada em vários momentos para um mesmo produto e não apenas em uma determinada época e estilo. É uma releitura do que foi moda no passado!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

X-Men Origins: Wolverine


Ano 2009 - Estados Unidos
Ação - 107 min
Direção: Gavin Hood
Elenco: Lynn Collins (Raposa Prateada, William
(John Wraith), Daniel Henney (David North/Agente Zero), Troye Mellet (Logan na adolescência), Liev Schreiber (Victor Creed/Dente de Sabre), Hugh Jackman (Logan/Wolverine), Dominic Monaghan (Barnell Bohusk/Bico), Danny Huston (William Stryker), Taylor Kitsch (Remy LeBeau/Gambit), Kevin Durand (Frederick J. Dukes/Blob).

"Hugh Jackman volta a interpretar o papel que fez dele um astro: uma feroz máquina de combate, com incrível poder de cura, garras retratáveis e fúria primitiva, antecedendo os acontecimentos de X-Men - o filme, X-men Origens: Wolverine revela o impressionante passado violento e romântico de Wolverine, como complicado relacionamento com Victor Creed, e o nefasto programa arma X. Ao longo do filme Wolverine encontra vários mutantes, tanto conhecidos, como novos, incluindo aparições surpresas de lendas do universo do X-Men cuja participação na franquia e ansiosamente aguardada."
[fonte: Site Oficial]

Assim, nem é muito o estilo de filme que gosto de assistir, apesar de gostar desse mundo de fantasia... Eu amava ver o desenho animado, mas sempre tive preconceito com os filmes lançados, porque me diziam que não eram fiéis aos quadrinhos e a história em si. Então, não tenho muito parâmetro para comentar em relação aos outros filmes da série dos X-Men.

Enfim, mesmo assim eu adoreiiiii, principalmente pelos atores gatos que estão no elenco! Ai, ai, ai... Passei o filme suspirando... [Hahahaha...] Quem ouviu os comentários que eu fazia com minha amiga deve ter morrido de rir... O que é aquele corpo do "Wolverine"? E a bundinha??? E o ator de Gambit? E ainda tinha o Agente Zero, o Ciclope... Sem comentários!!! Aaaaa... Adorei a atuação do Victor Creed, que eu nem sabia que era Dente de Sabre e entendi o porquê de algumas atitudes de Wolverine.

Com classe, eu indico!

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Pra relaxar...

Saindo um pouco do mundinho "cult" que o povo diz que vê no meu blog... Podem me chamar de bregaaa... Aaaaaaaa... Mas essa música é tão fofinha, né?! Conheci pela abertura da novela das 18h. Gostei tanto dela que acabei baixando o cd de Victor e Léo! [Hahahaha...] Paguei minha língua de falar do povo que escuta esse tipo de som... =D


E esse Victor é um gatinho, hein?! Uauuuu... =d

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Nina


Ano 2004 - Brasil

Drama - 85 min.
Direção: Heitor Dhalia
Elenco: Guta Stresser, Myriam Muniz, Sabrina Greve, Luiza Mariani, Juliana Galdino, Milhem Cortaz, Guilherme Weber, Abrão Farc, Wagner Moura, Selton Mello, Renata Sorrah, Lazáro Ramos, Matheus Nachtergaele, Anderson Faganello, Ailton Graça, Walter Portela, Eduardo Semmerjian, Nivaldo Todaro.

"Ambientado na São Paulo de hoje, o filme narra a história de Nina, jovem pobre, que procura atabalhoadamente um meio de sobrevivência na sociedade desumana de hoje e só esbarra em adversidades. Mora num quarto alugado. A senhoria Eulália, velha decrépita e reencarnação da velha usurária morta por Raskólnikov em Crime e Castigo, humilha Nina a todo instante, viola sua correspondência, confisca-lhe um dinheiro que a mãe lhe enviara, tranca a geladeira a cadeado para impedir-lhe o acesso aos alimentos ali guardados, cada um com a etiqueta "Eulália", símbolo do poder de compra e do direito ao consumo e à humilhação do semelhante."

Como não li o livro Crime e Castigo, no qual o filme é baseado, não tenho muitos parâmetros para comentar, mas a fotografia do filme é muito boa, [é o que mais gosto em cinema, né?!] sempre colocando contraposições com animações nas cenas. Mas em si o filme me deixou com muita raiva da senhora [para não dizer velhaaaa, porque a mulher é muito ruim] que aluga o quarto para Nina que demonstra como nossa sociedade atual está individualista, mesquinha e até como no resumo afirmou desumana.

Ainda, adorei a atuação de Guta Stresser [a Bebel da Grande Família] e da Myriam Muniz que fez a Dona Eulália, os sentimentos e angústias de Nina conseguiram me tocar e fazer com que eu me sentisse incomodada. Conta com um elenco de peso , com os melhores atores do cinema brasileiro na atualidade, mesmo que em pequenas participações. Se fosse citar quem faltou... Só o Rodrigo Santoro.

Com classe, eu indico!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Movimento dos sem namorados!


Já que está chegando o dia dos namorados...
Vamos fazer uma passeata dessa aqui em Recife???
Hahahahahahaha... =D