quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Polaróides Urbanas


Ano 2007 – Brasil
Comédia/Drama - 82 min.
Direção: Miguel Falabella
Elenco: Marília Pêra (Magda e Magali), Arlete Salles (Lise), Natália do Valle (Dra. Paula), Neusa Borges (Crioula), Marcos Caruso (Adalberto), Otávio Augusto (Edmundo) e Ana Roberta Gualda (Melanie).

Adaptação cinematográfica do  espetáculo teatral de Miguel Falabella "Como encher um biquíni selvagem".

“Uma jovem em conflito com a mãe, uma terapeuta que não consegue resolver seus próprios problemas, uma dona de casa de classe média que desaprendeu a sonhar, uma atriz consagrada com uma carreira em declínio e uma mulher que, sem querer, foi escolhida como mãe da filha de sua patroa. E todas rodeadas de situações próprias - e nada fáceis - com seus maridos, namorados e amigos.” [fonte: cinepop]

Um filme que me surpreendeu, pois quando comecei a assistir pensei que fosse uma daquelas comédias globais sem graça dirigidas por Miguel Falabella, mas em muitas cenas meus olhos marejaram em lágrimas. Mostra ao público a relação dos personagens principais com eles mesmos, através da introspecção dos seus problemas, mostrando as desilusões, os medos, as inseguranças, as estagnações que a vida proporcionou e a solidão que vivem.  Transmite como o outro é capaz de ajudar com simples gestos, através da conversa e da escuta. Ainda, mesmo que aparentemente a vida seja perfeita aos semelhantes, todos possuem problemas e conflitos.

Adorei a fotografia do filme,  o colorido, os closes nos personagens como se fossem fotografias, simplesmente polaróides. Um forma teatral de ver o cinema. Resumindo, o filme é uma tragicomédia que ao assistir se tem vontade de ir ao teatro.

Em relação ao elenco, Marília Pêra dá um show de interpretação em suas duas personagens, as irmãs gêmeas Magda e Magali. E  quem é aquele gato stripper??? Nicolas Trevijano. Descobri pelo tio google. Que corpo, um arraso!

Com classe, eu indico!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

A Menina Dança


É muito relaxante escutar "Novos Baianos"! Essa música é tudo e o vídeo maravilhoso! Sem palavras para Baby Consuelo bem novinha com sua voz doce...  "Que diz meu nariz arrebitado..." Faz parte de mim! A-M-O
 
Com classe, eu indico!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Sentimento de Carnaval

O colorido da decoração, as luzes nas pontes, o galo da madrugada que deixa o centro da cidade em um caos sem fim, o barulho do frevo passando e do repetitivo maracatu, o som das bandas alternativas vindas do Rec Beat, como também das paródias criativas do Quanta Ladeira, muitas pessoas andando nas ruas de todas as idades e classe sociais, todo mundo igual no meio da multidão, algumas fantasiadas outras não e muito brilho... Uma alegria percebida chamada carnaval: vibração indescritível do Recife.

Em mais ou menos quinze minutos de distância, mais folia e animação. Oh, linda cidade, onde as ruas continuam coloridas e o frevo é mais forte, blocos animados, transformando os indivíduos em super-heróis para subir e descer ladeiras, empurra-empurra, cheiro de xixi, puxões nos braços, beijos, abraços, suor, cerveja, muito sucesso, fantasias criativas, personagens incorporados, pessoas conhecidas e desconhecidas, alguns reencontros, um axé é muito pouco pra tudo isso, mas no final eu acho é pouco que tudo se acabe com o os boizinhos e afoxés na quarta de cinzas, pois tudo é bom demais!

Ao final Recife e Olinda juntas choram pela despedida do Carnaval com chuva suficiente para lavar a alma de qualquer folião que brincou, curtiu e se entregou a maior festa popular do mundo. Aos poucos as duas cidades vão se descolorindo e  silenciando, assim a saudade fica no coração com a perspectiva que no próximo ano tudo volta a se iluminar gradualmente.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

A impermanência das coisas...

Com esse ensinamento estou aprendendo a ser cada dia mais feliz e vem funcionando muito bem! =)

"Tenho esse enorme sentimento de tristeza de que um dia irei perder tudo o que tenho. Olhei todos os objetos no meu quarto e pensei que um dia eu não teria nem mais esses objetos e nem esse quarto. Olhei também tristemente as fotografias no meu álbum. Porque sei que toda minha família vai mudar. As pessoas vão morrer, vamos nos mudar e nada será o mesmo. No final achei que seria melhor não ter tanta coisa, pois a dor de perdê-las seria muito grande. Imagino que seja exatamente sobre isso que Buda estava falando: apego. Isso é dukkha e, portanto, devo me concentrar na ausência do apego. Assim, serei capaz de aceitar A IMPERMANÊNCIA DAS COISAS..."

* Adoro esse texto! Só não me lembro onde li porque já faz alguns anos... Sei que foi em um livro budista. Sempre gosto de reler, então resolvi compartilhar por aqui para proporcionar uma leve reflexão!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Prazer x Amizade


Sentimentos guardados no peito
Mágoa ou simplesmente prazer
Será rancor ou apenas respeito?
Reflexão de um instante em meu ser

Palavras soltas faladas ao vento
Lançadas sem o mínimo motivo
Desvencilhando o afeto do momento
Com a impressão de um sentir repulsivo

Em lágrimas um coração apertado
Chora com medo da breve mudança
Expectativa de um carinho preservado
De uma amizade baseada na confiança

sábado, 23 de janeiro de 2010

Eu não sou nenhuma santa...

Conheci Silvia Machete no Festival de Inverno do ano passado e me apaixonei de cara pelo show, por sua voz suave e principalmente pelo som... Mas só hoje que baixei suas músicas em mp3 e estou aqui viciadaaaa!

Silvia é um arrasooo! No show faz performances com bambolês e no trapézio. Ainda "acocha" um "beck" rodando não sei quantos bambolês... Mas ela disse em Garanhuns que era apenas orégano... Não importa se é verdade, mas sim todo o seu teatro no palco, além de sua pomba na cabeça que chama bastante atenção.



E essa música foi feita para mim? Estou me sentindo assim mesmo...

Com classe, eu indico!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

De volta ao mundo virtual!

A saudade era imensurável, assim, depois de tantos meses sem computador em casa, estou de volta ao mundo virtual.

Foram tantos filmes, livros e tantas músicas que não compartilhei por aqui... Sentimentos e experiências guardadas em minha memória sem ao menos uma fuga para escrita que tanto gosto.

É, fez falta, mas agora uma nova Déborah retorna comprometida e com classe – é claro – para dividir cada pedacinho dos acontecimentos, impressões e sensações vividas.